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quarta-feira, 16 de junho de 2010

Numa casa muito estranha - questionário de interpretação



Com que escrevia a bruxa?
A bruxa escrevia com fios de água.

Onde cozinhava a bruxa?
A bruxa cozinhava numa cama.

Onde dormiam os gatos?
Os gatos dormiam na sala.

Obs: Trabalho escolar. Pouco editado pelo professor.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

am/em/im/om/um: Frases com algumas palavras com este caso




bombom - O João comprou um bombom com recheio de morango.

nuvem - No céu está uma nuvem escura. Está mau tempo.

jardim - A Joana viu a pomba a voar por cima do jardim da sua avó.

atum - Hoje ao almoço o meu pai comeu atum.

tampa - O Alexandre abriu a tampa da garrafa de sumo e bebeu.

Obs: Trabalho extra-escolar, de iniciativa individual, mas realizado em conrtexto de sala de aula. Quase não editado pelo professor.

Frases com vocabulário em am/em/im/om/um

ampola - A enfermeira Angelina deu a vacina ao Delfim pela ampola.

ambulância - A Maria Antónia vai para o hospital na ambulância dos bombeiros de Coimbra.

limpeza - A senhora Alexandrina faz a limpeza da sala de jantar com o aspirador e o encerador.

Obs: Trabalho realizado em contexto de sala de aula. Pouco editado pelo professor.

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Há tantas palavras com nh



pinheiro
ninho
aranha
cegonha
pinhal
rainha
unha
rebanho
passarinho
ovinho
carinho
caminho

Obs: Trabalho de iniciativa individual mas realizado em contexto de sala de aula. Editado pelo professor apenas no seu aspecto gráfico.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Palavras com ça/ço/çu

taça
poço
baloiço
açucareiro
cabeça
carroça
caroço
maçã
laço
caça
cabeça
operação

rebuçado:    

A Alice come um rebuçado de cereja.
A Célia come um rebuçado de cereja.
O Acácio come um rebuçado de cereja.

A Alice, a Célia e o Acácio comem um rebuçado de cereja.

Hoje estudámos o caso de leitura ça/ço/çu, isto é a aplicação do cê cedilhado ou com cedilha, como mais vulgarmente é chamado. A Maria João, sozinha, escreveu aqui esta lista de palavras em que o ç aparecia nas páginas do manual já trabalhadas. No final, realizámos um pequeno exercício de consciência sintáctica, escrevendo a mesma frase mudando apenas o seu grupo nominal.

Obs: Trabalho realizado em contexto de sala de aula. Editado pelo professor no seu aspecto gráfico.

terça-feira, 30 de março de 2010

A Neve


Batem leve, levemente,
Como quem chama por mim...
Será chuva? Será gente?
Gente não é,certamente,
E a chuva não bate assim...

É talvez a ventania,
Mas há pouco, há poucochinho,
Nem uma agulha bulia
Na quieta melancolia
Dos pinheiros do caminho...

Fui ver. A neve caía,
Do azul cinzento do céu,
Branca e leve, branca e fria...
-Há quanto tempo a não via!
E que saudades, Deus meu!

Olho-a através da vidraça.
Pôs tudo da cor do linho
Passa gente e, quando passa
Os passos imprime e traça
Na brancura do caminho...

                                    Augusto Gil

Boas férias a todos os meus amigos e ao meu professor.

Obs: Trabalho de iniciativa individual; pouco editado pelo professor.

segunda-feira, 22 de março de 2010

Lagarto pintado


- Lagarto pintado,
quem te pintou?

- Foi uma velha
que aqui passou.

No tempo da eira
fazia poeira.

Puxa lagarto
por esta orelha.

Obs: Trabalho de iniciativa individual; pouco editado pelo professor.

quinta-feira, 18 de março de 2010

Correcção do ditado



à: A Ana vai à loja de loja de roupa e leva uma saca de roupa.

Hugo: O Hugo foi ao jogo da bola e viu um golo na baliza do Braga.


Obs: Trabalho realizado em sala de aula; editado pelo professor.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Para onde foi o Zezinho? (parte 2)

Parte do resultado da leitura do Ricardo Azevedo e das múltiplas questões levantadas pelos seus amigos e colegas está aqui bem à vista. É possível, bem que o meu dedo mindinho gostaria de o saber, que a maior parte dos pais tenha dado também a sua palavra para ajudar a esclarecer tão assombroso mistério; é possível também que alguns tenham até lido com os seus filhos o livro com o mesmo título.

Depois, em casa, resultaram ilustrações com o mais variado gosto e imaginação. Aqui fica a da Maria João Araújo, enquanto não chegam outras.

sábado, 21 de novembro de 2009

Ditado - cópia

Os ditados, na acepção em que a maioria de nós os conhece, são exercícios que se podem dizer macarrónicos ou do tempo da outra senhora, com isso pretendendo dizer que são tão antigos como a aprendizagem da própria escrita ou então que sendo o seu objectivo a caça ao erro é uma actividade  pedagógica de reduzido valor ético.
Apesar disso, possivelmente será bem provável que o ditado seja uma actividade didáctica tão antiga quanto o ensino da própria escrita. Não sei, pois nunca estudei o assunto. mas tudo leva a pensar que sim. Ora, se assim é, é porque alguma - imensa - utilidade terão. O homem nunca usa 2 vezes o que não presta a menos que seja obrigado. Também raramente, a menos que outro tipo de imperativos de outra ordem - ética ou religiosa, por exemplo - se imponha por um número indefinido de gerações ou demasiado prolongado no tempo, o uso de técnicas inadequadas às suas formas de vida é utilizado indefinidamente, como se delas dependesse a própria vida.

Por isso, uma vez que não somos assim tão diferentes dos outros, chegou agora a época dos ditados à nossa turma. Foi há poucos dias atrás. Realizamos um ditado-cópia. E apenas aqui reside a diferença em relação aos ditados a que eu próprio fui submetido quando andava na escola primária - fizeram mal em mudá-la de nome, quanto a mim, pois o que deveria ter sido feito era revalorizar o sentido da expressão mediante uma aposta política, verdadeira, na educação de base, tantas vezes utilizada como forma de reforço das votações eleitorais e outras tantas esquecida.
O objectivo destes ditados-cópia é escrever correctamente evitando o erro. Os alunos, um de cada vez, é claro, vão dizendo como se escrevem as palavras, e redigindo-as sendo simultaneamente realizada a escrita do texto no quadro de modo a que todos confiram o que escreveram e possam proceder à sua auto-correcção.




A Maria João Araújo provavelmente até nem necessitaria de tal, tão bem ela já lê e reflecte sobre o que escreve, mas não deixou de fazer como os demais. Apresenta-se aqui também outro exercício, relacionado, de identificação de fonemas (letras) e realizado no verso desta folha em que os alunos identificaram o p e o t, consoantes ensinadas até ao momento, a partir de colagens de palavrinhas recortadas e trazidas de casa.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Os e' s das irmãs gémeas





Olá, Inês!
  Olá, Maria!
  Olá, turma!
 Olá, olá, olá, gente que nos acompanha e lê!...

A Inês e a Maria são as irmãs gémeas, mais irmãs que gémeas, que fazem parte da nossa turma. Neste princípio de escolaridade têm tido desempenhos algo diferentes - não há dois alunos iguais tal como não existem duas pessoas iguais, ainda que sejam irmãs e mesmo que sejam gémeas, por muito parecidas que sejam entre si.
Neste caso, apesar das demais semelhanças, uma é loira, outra é morena.
Na escola ambas aprendem bem e tentam ser meninas cumpridoras e aplicadas nos trabalhos. A Inês, contudo, tem tido algumas dificuldades gráficas; melhor dizendo, não lhe tem sido fácil dominar a escrita embora identifique adequadamente as letras vogais, tanto na escrita como no som.
Quanto aos ditongos, adiante não representados, a coisa é mais complicada e, se a Maria já lá chegou, a Inês ainda não o pode dizer seguramente. Mas há-de conseguir que ela é uma rapariga esforçada.
Por hoje observe-se aqui como possuem uma caligrafia cuidada, em especial a Maria. Mas a da Inês anda lá perto, especialmente para quem tem um traço fugidio, não é, Inês?

Obs: Figura 1, e .. da Inês; Figura 2, e .. da Maria.

domingo, 18 de outubro de 2009

Rica caligrafia!

Quem me dera escrever assim!
Que bem que ela escreve!
Não é a única, a Maria João Araújo. Mas que é cuidadosa com a sua caligrafia, lá isso é.
Há por aqui outros meninos e meninas com letras também assim bem desenhadas, assim bonitas de se ver, como se costuma de dizer.
Que inveja, rapariga! Alguns, como o teu professor, não são nunca foram nem nunca serão capazes de o fazer. Por isso, porque a caligrafia também é uma arte, vê lá se continuas a trilhar bons caminhos.


segunda-feira, 5 de outubro de 2009

O I em versão maiúscula

Até aqui era apenas o i.
Agora temos também já o I.
Amanhã mesmo haverá mais. Este é um trabalho que ainda está a começar mas que já avança.
Com o I chegam os nomes próprios, de pessoas: Inês - Olá, Inês! -, Ivo, Ivone, Isabel, IreneInácio... 
Mas há mais, muitos mais.
Também há nomes de cidades ou outras localidades: Madrid, Monção, Melgaço...
E por aí fora. Tudo apenas nomes de coisas importantes, únicas.
Quais destes é que os meus alunos já conseguem ler?
Vamos lá a experimentar com o pai ou com a mãe. Se não conseguirem eles aí estarão para vos ajudar.

Em cima pode observar-se o trabalho de identificação dos i/I realizado pela Maria.
Abaixo observa-se trabalho idêntico, apenas para o i minúsculo, realizado pela Joana.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

T-TPCs: Tudo Menos Tortura para Crianças

Estes meus alunos andavam, e andam, ansiosos por fazer os chamados Trabalhos de Casa, vulgo TPCs. Sentem-se mais crescidos por essa razão.
E é verdade! Têm toda a razão; ou não teriam eles entrado na escola.
Mas ainda bem que estão cheios de vontade. Vou para casa mais tranquilo e descansado.
Pretende-se que estes sejam feitos com muito prazer e sem causar aborrecimentos, nem aos alunos nem aos pais. Muito menos a estes últimos. Por isso são querem ser regulares mas levezinhos. Iremos também aos poucos utilizar as TICs (Tecnologias da Informação e Comunicação), em particular a Internet e o processador de texto Word.


Neste dia 24, em que aprendemos a letra i, foi escolhido para TPC uma pintura a lápis de cor da igreja onde a Carochinha se terá casado com o João Ratão, apresentando-se aqui a realizada pela Maria João Araújo.
Quantos gostariam de se casar em igrejas assim!

terça-feira, 15 de setembro de 2009

A nossa escola


A EB1 Conde de S. Cosme não é uma escola qualquer. 
É a nossa escola. 
É nossa; não é de mais ninguém. 

Ou melhor, é só de quem lhe queira bem.


Por isso, sujeitas às V. críticas, aqui ficam algumas imagens que nos deixam com uma pontinha de orgulho porque são de quem é capaz de falar com gosto daquilo que é seu.












Por ordem alfabética ficam então aqui trabalhos realizados pela Ana Carolina, pela Ana Francisca, pela Ana Margarida, pela Maria João Araújo e pelo Mauro.