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sexta-feira, 28 de maio de 2010

O Gato Maltês



Era uma vez um gato maltês
Que tocava piano e falava francês.
Tinha uma empregada chamada Inês.
O número da porta era o 33.


Obs: Trabalho extra-escolar. Pouco editado pelo professor.

Algumas frases com palavras em ge/gi


girassol - A Ana foi a casa da avó Lúcia e apanhou o girassol.

algemas - A polícia põe as algemas ao pai do Chico.

ginástica - A D. Fátima foi à ginástica e fez flexões.

gigante - O Ivo lê o livro com a história do gigante e ri-se.

gémeos - A mãe teve dois gémeos.

gema - A Carla frita a gema para o jantar.

Obs: Trabalho realizado em contexto de sala de aula. Pouco editado pelo professor.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Frases com an/en/in/on/un


anjo - A Vanda vê o anjo e a fada.










anzol - O pescador leva o anzol, o balde, o isco e a cana.








ponte - O autocarro da escola passou pela ponte.




fonte - A Sara foi beber à fonte.

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Dia de pesca


Está um belo dia de Primavera!

O sol aquece muito. Já está muito calor.

O Pedro resolveu ir pescar para o rio. Levou a cana com o anzol, uma caixa com o isco e um cabaz com o farnel.

Os campos estão floridos e os pássaros cantam nas árvores.

- Vai ser um belo dia de pesca! - pensa o Pedro, enquanto se dirige para o rio.

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Bichos com nh

 minhoca



   joaninha





aranha



gafanhoto



Obs: Trabalho de iniciativa individual mas realizado em contexto de sala de aula. Editado pelo professor apenas no seu aspecto gráfico.

terça-feira, 11 de maio de 2010

p/P, t/T, l/L: as primeiras consoantes


A tulipa é do pai.

É a lupa da Pipi.
A Lili tem uma lata.
O Pepe tapa o leão com tapete.

Este trabalho foi um dos primeiros realizados aqui no blogue pela Ana Carolina. Na verdade, foi o primeiro que ela fez por sua própria iniciativa. Na altura, além das vogais ainda só tínhamos estudado as consoantes p e t.
Por lapso, ficou por publicar. Foi um trabalho realizado em casa, extra-escolar. O professor viu-o mas esqueceu-se de lhe perguntar se era para publicar assim ou se pretendia acrescentar mais alguma frase. E a aluna, é natural, também se esqueceu de lembrar o professor para o fazer. E asssim acabou por ficar guardado no armazém do blogue, a secção dos rascunhos, durante todos estes meses.
Mas... como a vida, além das expectativas, também se faz de memórias, aqui fica, para mais tarde recordar.
Obs: Trabalho realizado por iniciativa individual; pouco editado pelo professor.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Correcção das Fichas de Avaliação: Matemática

1) Escrever os números de :

2 em 2: 0, 2, 4, 6, 8, 10, 12, 14, 16, 18, 20

2 em 2: 1, 3, 5, 7, 9, 11, 13, 15, 17, 19

3 em 3: 0, 3, 6, 9, 12, 15, 18

3 em 3: 1, 4, 7, 10, 13, 16, 19

3 em 3: 2, 5 ,8 ,11, 14 ,17


3) Completar

4 + 4 = 8

8 + 4 = 12

8 + 3 = 11

5 + 3 = 8

10 + 5 = 15

12 + 4 = 16

terça-feira, 4 de maio de 2010

No rio


No rio, a Vanessa vê o urso a comer o peixe.
A borboleta voa pela árvore.
O Acácio joga futebol na erva com o pai e o Manuel.
A mãe usa a carroça para ir a casa. Ela vai mudar de roupa à Isabel.

Este foi o texto de um ditado realizado no final da passada semana.
Os erros mais frequentes surgiram nas palavras urso, voa, árvore, Acácio, Manuel, carroça, casa e Isabel. Queremos fazer melhor. Por isso, hoje estivemos a fazer a sua correcção, colectivamente.

Obs: Trabalho realizado em contexto de sala de aula. Pouco editado pelo professor.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Palavras com apenas um r entre vogais

 
feira
barata
furo
xarope
pêra
farelo
muro
poleiro
amora
careca
careta
periquito
marido
madeira
xerife
touro
xícara
garota
pirolito
bailarina

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Frases com rr

gorro - O gorro da Quica é fofo.

carreta - O cavalo puxa a carreta.

garrafa - A Sara deita sumo na garrafa.

marreco - A Natália vê o marreco na rua.

macarrão - O Paulo comeu macarrão.

barriga - A barriga do Manuel dói muito.

corrimão - A Sónia caiu pelo corrimão.

murro - A Helena sobiu o murro.

arrepiado - O Guga viu o filme e ficou arrepiado.

quarta-feira, 17 de março de 2010

O gato Xoné


Pula aqui, pula acolá
lá vai o gato Xoné,
deita abaixo a panela
e a máquina de café.
Até o boné do Zé
ficou sujo de azeite
e meteu o telefone
numa caneca de leite.
- Que doido é o gato Xoné!

Este é o texto a partir do qual se realizou uma boa parte do trabalho na ficha de revisão que hoje realizámos, publicada num manual da Texto Editores.
Não fazemos ideia quem seja o autor mas que é bem divertido, lá isso é. Por vezes, as asneiras têm a sua graça.

Obs: Trabalho realizado em contexto de sala de aula; pouco editado pelo professor.

quinta-feira, 4 de março de 2010

Trava-Línguas


Três tigres tristes
para três pratos de trigo.
Três pratos de trigo
para três tristes tigres.

Este trava-línguas surge publicado no nosso manual de Língua Portuguesa. Foi explorado e dito na sala de aula foi previamente treinado em casa (por nem todos os alunos, deve dizer-se). Ainda assim, não foi nada fácil de conseguir dizer. Alguns dos alunos têm a língua ainda muito presa para certas coisas, tais como para estes pr's e tr's, embora, às vezes, sejam faladores até por demais. :-)


Obs: Trabalho produzido em contexto de sala de aula; pouco editado pelo professor.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Frases com z

O Zézito é bebé.



A Zélia é a irmã do Zézito.



O Paulo é amigo do Zé.



A Sónia é bonita e a Lúcia também.



A zebra, o javali e o macaco comem fruta.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

O Jaime, o Júlio, a Joana e a Judite


O Jaime leva o jipe à loja da Joana.
Pela rua vê o Júlio. Ele vai ao judo.
Na loja vê a Judite.
Ela vai ao jogo da bola .

Obs: Trabalho realizado em contexto de sala de aula; pouco editado pelo professor.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Ditado

                                                                    Ditado

A Violeta leva a viola ao avô.
- Toma a viola, avô!
O avô Vilela toca a viola.
A Violeta lê e ouve .

Este exercício ortográfico, de revisão da letra v, foi realizado simultaneamente no Caderno Diário pelos demais colegas de turma. No caso deste, da Ana Carolina, está excelente.


Obs: Trabalho realizado em contexto de sala de aula.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Auto-retrato da Carolina

-Olá ,eu a Ana Carolina da Costa Alves e teinho 6ºAnos 1ºano e já sei ler teinho olhos castánhos foi eu que escrvi isto sei ler tudo a minha mãe e o meu pai é profesor e eu adóro ler. e ecrver -é bom ler e escrever!Os meus amigo que eu adóro é o pedro velosu rodiges o
meu mlhor amigo!- e preparat o pai natal que vei já ei ,Dezbro mas atesão eu só vou pedir
uma coisa mas vócês vão pedir màis ou não .Sábem no domigo dia 22Novêbro de 2009 iscrvi
um livoro do Patito i da Patita e do Patão para aminha irma Maria Leonor daCosta Alves
-eu gostei do livoro é bom mas para outros não pode ser bom.



Olá!
Sou a Ana Carolina da Costa Alves.
Tenho 6 anos. Ando no 1º ano e já sei ler.
Fui eu que escrevi isto. Sei ler tudo.
A minha é mãe é mediadora imobiliária e o meu pai é professor.
Adoro ler e escrever. É bom ler e escrever.
Adoro os meus amigos. O Pedro Veloso Rodrigues é o meu melhor amigo.
Prepara-te, ó Pai Natal, que sei que vens já aí em Dezembro. Só vou pedir-te uma coisa. Os outros podem pedir-te mais ou não.
Sabem!? No Domingo, dia 22, escrevi um livro sobre o Patito, a Patita e o Patão para a minha irmã Maria Leonor da Costa Alves. Eu gostei do livro. É bom! Mas para os outros pode não o ser.



Esta é a primeiríssima de muitas e muitas publicações que espero que os alunos desta turma venham a colocar no blogue T2A1 - Sala de Aula..
Fica assim mesmo. Tal qual a Ana Carolina a postou. Sozinha, é claro.
A única ajuda do professor esteve em ajudá-la a criar uma conta de correio no gmail, fazer-lhe um convite no blogger para que ela pudesse participar no mesmo e publicar o que lhe apeteça ou seja conveniente, ajudá-la a responder ao convite e, em seguida, fazê-la entrar no blogue e mostrar-lhe como se faz uma postagem. Começámos perto das 9 horas e acabámos pelas 13, no final do dia.
Ah! E colocamos ainda conjuntamente as etiquetas.
É claro que a Ana Carolina não fez só isto, como não podia deixar de ser. Fez também os outros trabalhos que os demais colegas também fizeram.

A Ana Carolina, conforme já se tem vindo a dizer desde o início do ano e era já público entre todos aqueles que a conheciam, aprendeu a ler sozinha. Com as devidas pausas, ritmos e entoações. Faz uma leitura interpretada.
É verdade. Não foi o professor que a ensinou. É possível que os pais lhe tenham dado uma ajuda mas ao que parece nem por isso. Ela lá foi descobrindo as regras da leitura e basicamente por si só conseguiu aprender.
Com a escrita o caso é diferente, como todos sabemos. Existem toda uma série de regras que é indispensável ter conhecimento e depois aplicar para escrever com correcção. A escrita exige maior esforço na decomposição das palavras. Há todos aqueles casos que, quando lemos e conseguimos globalmente perceber as palavras, ou um pequeno texto, parece fácil mas que, quando vamos a redigir qualquer coisa temos obrigatoriamente de aplicar sob pena de incorrecção ou inarticulação.
Aqui, conforme se vê, a Ana Carolina articula bem as ideias e consegue fazer qualquer leitor ou ouvinte perceber o que pretende transmitir. Mas há ainda imensos passos a percorrer até chegar a uma escrita correcta. E ela sabe-o e está com vontade de o fazer.
Para isso este mesmo blogue, e o mais que dele venha a resultar, irá dar também um forte contributo, assim se espera.

sábado, 21 de novembro de 2009

5 - cinco

Cinco dedos tem a mão,
cinco dedos tem o pé.
Cinco mais cinco são dez,
Vinte dedos tem o Zezé.




Chegamos ao número 5.
Tem sido um trabalho sequenciado, do menor - 1 - para o maior - 5, este do domínio da numeração. Mas por si só demasiado fácil, como aqui a Ana Carolina deixa perceber.
Carolina que - Carolina ó-i-ó-ai, Carolina ó-ai-meu-bem! -, como por vezes costumo com ela brincar, de um lado, tem tudo certo na sua ficha de trabalho, retirada do Cabecinha Pensadora, um livrinho espectacular e que já há vários anos uso com as minhas turmas, ainda que colectivo, por outro, tem muitas imagens por pintar ou menos bem coloridas quando é dos alunos da turma mais cuidadosos e perfeccionistas. Poderia também ser do dia. Foi assim, Carolina?
A contagem dos números, por ordem crescente e decrescente, até 20, até 50, mesmo até 100 em alguns casos, não é surpresa para qualquer dos alunos desta turma.
No entanto, contar de cor é uma coisa, dominar em concreto as quantidades é outra. E tem vindo a ser este o trabalho que temos vindo a realizar ultimamente - solidificar a percepção das quantidades, através da formação de conjuntos, e sua relação entre si, mediante a seriação de quantidades, e perceber as operações (para já apenas a adição mas muito em breve teremos a introdução à subtracção) mediante a realização de situações problemáticas simples.
Tudo sempre muito concretizado; ou melhor, nem sempre mas frequentemente. Muitas vezes recorrendo ao material escolar ou aos dedos como é uso em mil e uma escolas, outras bastantes também com recurso a pequenas dramatizaçõesem sala de aula, que às vezes resultam em brincadeira e num ou outro momento de descontracção, também preciso em crianças desta idade. Nem nós, adultos, conseguimos estar horas e horas concentrados as mais das vezes num determinado afazer quanto mais as crianças para quem a descoberta se encontra sempre à mão de semear.

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

A sua identificação

Quase todas as espécies de seres vivos possuem 2 sexos, o masculino e o feminino. No homem, tal divisão corresponde ao homem e à mulher, no estado adulto, ao rapaz e à rapariga, quando crianças ou jovens.

Parabéns, Ana, pela forma como desenhaste! Estão óptimos os modelos.

Identificação pessoal

Quais são os dados de identificação pessoal que já sabes preencher?
A Ana Carolina respondeu a estes.
Tanto ela como os demais saberiam preencher o nome próprio e o apelido só que o fariam em letra de imprensa pelo que tal actividade ficou para mais tarde.

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

A escola



A escola tem sido um tema recorrente no nosso trabalho e nas nossas actividades.

De um lado, porque a entrada na escola é ainda muito recente pelo que os alunos têm muito presente este processo de mudança significativa nas suas vidas; de outro, porque é indispensável explicitar e formular formular regras permanentemente de modo a que sejam capazes de as interiorizar,l o que leva sempre o seu tempo. 
Perceber a sua relação com o outro, neste caso com o professor, as auxiliares ou os colegas, não é fácil, sobretudo ser capaz de a exteriorizar verbalmente. É, por isso, preciso falar sobre tal facto de modo a facilitar a compreensão. Então, falamos hoje, amanhã e depois sobre o mesmo assunto, ainda que não queiramos exagerar.
É também fundamental perceber o funcionamento diferenciado de cada espaço na escola, que nuns se pode fazer barulho ou falar à vontade e noutros não, que nuns podemos sentar-nos conforme nos apeteça mas que noutros não podemos estar estendidos na cadeira ou com as pernas debaixo dos rabos, que o mobiliário e o material didáctico deve ser preservado. Mas que na escola também existem espaços de lazer, como o recreio, onde se pode jogar à bola, à apanhada ou apenas conversar, já para não falar em ler, que estes meninos ainda não conseguem fazer, com excepção da Ana Carolina que já aprendeu, pelo que só podem ouvir as histórias de encantar de que tanto gostam.