Querem ver?
Eu já sei ler.
É uma coisa engraçada e, afinal, não custa nada!
Junta - se o P com o a e o i também dá!
E o que é que sai?
A linda palavra: - Pai!!!
É tão fácil! Que engraçada !
Não me custou mesmo nada!...::
Obs: Trabalho extra-escolar. Pouco editado pelo professor. a-
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sábado, 19 de junho de 2010
segunda-feira, 14 de junho de 2010
Interpretação do texto "O exame"
Os exercícios eram difíceis e exagerados.
Como estava o Rui no fim do exame?
No fim do exame o Rui estava exausto.
Obs: Trabalho realizado em contexto escolar. Editado pelo professor no seu aspecto gráfico.
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Maria,
sala de aula
quarta-feira, 19 de maio de 2010
Forma palavras com as sílabas (am/em/im/om/um)
po - am - la: ampola
pa - lâm - da: lâmpada
em - ba - lar: embalar
boi - com - o: comboio
pe - lim - za: limpeza
bi - zum - do: zumbido
bo - bom: bombo
vem - nu: nuvem
chim - ca - bo: cachimbo
em - ra - bo: embora
za - lim - pe: limpeza
em - lar - ba: embalar
pa - lâm - da: lâmpada
em - ba - lar: embalar
boi - com - o: comboio
pe - lim - za: limpeza
bi - zum - do: zumbido
bo - bom: bombo
vem - nu: nuvem
chim - ca - bo: cachimbo
em - ra - bo: embora
za - lim - pe: limpeza
em - lar - ba: embalar
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terça-feira, 18 de maio de 2010
O albatroz

Às duas por três
um albatroz
chega até nós
com um ovo
dentro de uma noz.
Do ovo sai uma voz
que diz: "Este ovo é de perdiz !"
Por um triz
não saía albatriz,
por um truz
não nascia um avestruz, por um traz
não nascia um arganás.
"Mas que grande barafunda" - disse uma voz cá atrás.
de José Jorge Letria, no Livro das Rimas Traquinas
Obs: Trabalho extra-escolar realizado em contexto de sala de aula. Editado pelo professor apenas no seu aspecto gráfico.
um albatroz
chega até nós
com um ovo
dentro de uma noz.
Do ovo sai uma voz
que diz: "Este ovo é de perdiz !"
Por um triz
não saía albatriz,
por um truz
não nascia um avestruz, por um traz
não nascia um arganás.
"Mas que grande barafunda" - disse uma voz cá atrás.
de José Jorge Letria, no Livro das Rimas Traquinas
Obs: Trabalho extra-escolar realizado em contexto de sala de aula. Editado pelo professor apenas no seu aspecto gráfico.
quarta-feira, 21 de abril de 2010
Socorro! Socorro! Ai o meu carro novo.
O Rui levava o burro carregado de barro. O barro caiu.
O carro derrapou no barro e o Correia arrepiado de medo berrou:
- Socorro! Socorro! Ai o meu carro novo.
Esta é a 2ª vez que este texto é aqui apresentado. Desta vez, no entanto, foi a Maria que resolveu publicá-lo a partir de casa, depois de a Ana Francisca o ter publicado aqui mesmo na sala de aula.
A razão para tal sucesso está na grito assustado do Correia:
- Socorro! Socorro! Ai o meu carro novo.
Todos os alunos acharam um piadão à leitura que o professor fez.
Obrigado, alunos! ;-)
Obs: Trabalho de iniciativa individual mas realizado partindo de um contexto de sala de aula.
O carro derrapou no barro e o Correia arrepiado de medo berrou:
- Socorro! Socorro! Ai o meu carro novo.
Esta é a 2ª vez que este texto é aqui apresentado. Desta vez, no entanto, foi a Maria que resolveu publicá-lo a partir de casa, depois de a Ana Francisca o ter publicado aqui mesmo na sala de aula.
A razão para tal sucesso está na grito assustado do Correia:
- Socorro! Socorro! Ai o meu carro novo.
Todos os alunos acharam um piadão à leitura que o professor fez.
Obrigado, alunos! ;-)
Obs: Trabalho de iniciativa individual mas realizado partindo de um contexto de sala de aula.
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A cigarra
A Célia foi à janela.
Viu uma cigarra numa macieira.
A cigarrra fazia:
- Ce, ci, ci... ce, ci, ci, ci...
A Célia disse à Cecília:
-É bonito o ce,ci... da cigarra.
Na cidade não há uma única cigarra.
Viu uma cigarra numa macieira.
A cigarrra fazia:
- Ce, ci, ci... ce, ci, ci, ci...
A Célia disse à Cecília:
-É bonito o ce,ci... da cigarra.
Na cidade não há uma única cigarra.
É verdade, é!
Na cidade não existem, ou quase, cigarras.
É claro que existe imensa bicharada nas cidades - cães, gatos, ratos, pombos, pardais, andorinhas, formigas, moscas, mosquitos e outros que tais, muitos dos quais se foram adaptando a elas, tal qual o bicho homem.
Mas a cigarra é um bicho próprio dos campos, o que, nas cidades, é uma raridade.
Obs: Trabalho realizado em contexto de sala de aula. Pouco editado pelo professor.
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quinta-feira, 18 de março de 2010
Alfabeto ou abecedário (2)
Maria Carvalho da Silva Ribeiro
Vila Nova de Famalicão, 18 de Março de 2010
a b c d e f g h i j l m n o p q r s t u v x z
A B C D E F G H I J L M N O P Q R S T U V X Z
Chegamos à fase final do estudo do alfabeto ou abecedário. Ou melhor, e para ser mais preciso, do alfabeto latino poi sexistem uns tantos outros mais por esse mundo fora. Quem sabe alguns destes alunos virá a estudar russo, chinês, japonês ou até mesmo copta, apenas para citar algumas línguas que utilizam grafemas (letras) diferentes do nosso.
Bom!... Verdade se diga que alguns destes alunos já falaram por mais de uma vez nas restantes 3 letras existentes mas só utilizadas em estrangeirismos do tipo kiwi - k, w - ou canyon - y.
Ainda não nos debruçámos sobre elas mas acabaremos por o fazer, apenas para que se conheçam um pouco melhor.
Ora, precisamente porque já estudámos todo o alfabeto iremos a partir de agora passar a escrevê-lo no nossos Cadernos Diários pela ordem das letras por que é conhecido, e não pela ordem em que as mesmas foram aprendidas.
Mas estes alunos têm ainda tanto tanto para aprender! Não é assim, meninos e meninas, rapazes e raparigas?...
Por agora, logo após a próxima semana em que iremos realizar as fichas de avaliação trimestrais, vamos aproveitar para gozar uns 15 dias de férias, mais do que merecidos. Depois, após retemperar energias físicas e mentais, no regresso vamos atacar as regras ortográficas da Língua Portuguesa. Afinal, já Fernando Pessoa dizia que "a minha pátria é a língua portuguesa".
Obs: Trabalho realizado em contexto de sala de aula; não editado pelo professor.
Vila Nova de Famalicão, 18 de Março de 2010
a b c d e f g h i j l m n o p q r s t u v x z
A B C D E F G H I J L M N O P Q R S T U V X Z
Bom!... Verdade se diga que alguns destes alunos já falaram por mais de uma vez nas restantes 3 letras existentes mas só utilizadas em estrangeirismos do tipo kiwi - k, w - ou canyon - y.
Ainda não nos debruçámos sobre elas mas acabaremos por o fazer, apenas para que se conheçam um pouco melhor.
Ora, precisamente porque já estudámos todo o alfabeto iremos a partir de agora passar a escrevê-lo no nossos Cadernos Diários pela ordem das letras por que é conhecido, e não pela ordem em que as mesmas foram aprendidas.
Mas estes alunos têm ainda tanto tanto para aprender! Não é assim, meninos e meninas, rapazes e raparigas?...
Por agora, logo após a próxima semana em que iremos realizar as fichas de avaliação trimestrais, vamos aproveitar para gozar uns 15 dias de férias, mais do que merecidos. Depois, após retemperar energias físicas e mentais, no regresso vamos atacar as regras ortográficas da Língua Portuguesa. Afinal, já Fernando Pessoa dizia que "a minha pátria é a língua portuguesa".
Obs: Trabalho realizado em contexto de sala de aula; não editado pelo professor.
terça-feira, 2 de março de 2010
Cálculo
9 - 4 = 5, + 2 = 7, - 3 = 4, + 4 = 8, +1= 9
5 + 4 = 9, - 3 = 6, + 2 = 8, - 4 = 4 , + 5 = 9
Obs: Trabalho realizado em contexto de sala de aula.
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
Reciclagem de Papel
É urgente preservar as florestas.
Todos os anos a mancha verde do nosso Planeta Azul diminui a olhos vistos e, com ela, diminui também a nossa potencial qualidade de vida.
As árvores dão-nos o bem mais precioso à nossa sobrevivência, oxigénio. Mas se o ritmo de destruição florestal se mantém, porque não é possível substituir as árvores abatidas em tempo útil, dentro de pouco tempo teremos problemas, hoje em dia já gravíssimos, quase insolúveis a resolver: aquecimento global e inundação das faixas costeiras pelo mar, entre outros.
É, por isso, urgente abater a menor - < - quantidade possível de árvores.
Para nos ajudar a reflectir um pouco mais sobre este assunto, visitou-nos hoje a Lia Soares, do CEAB (Centro de Estudos Ambientais da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão).
E que fez ela?
Após uma pequena introdução mostrou-nos como se faz e ajudou-nos a reciclar papel, algo que no nosso dia-a-dia não dá muito jeito fazer, porque demora o seu tempo e o papel obtido em meios domésticos não é de primeira qualidade, mas que podemos estar sensibilizados para utilizar, adquirindo-o às empresas que o produzem em substituição do papel comum, habitualmente de cor branca, bem como para colocar nos ecopontos respectivos (de cor azul) o papel seco que já não necessitamos e que não fomos capazes de reutilizar.
Podemos aqui observar a Lia, na sua função temporária de professora, com todo o gosto a ajudar o André Prego e a Maria, a produzirem a sua própria folha de papel reciclado. Nela iremos posteriormente escrever ao Pai Natal.
A Matilde cumpriu aqui o seu papel de repórter fotográfico. Ainda não vimos as suas fotos mas quem sabe tenha alguma para aqui acrescentar.
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André Prego,
CEAB - Centro de Estudos Ambientais,
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