Mostrar mensagens com a etiqueta Francisco António. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Francisco António. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Os presentes


No aniversário da Constança cantaram os parabéns e ofereceram-lhe muitos presentes.
O Constantino ofereceu-lhe um monstro com olhos que davam luz.
A Rita deu-lhe um estojo de batons de brincar.
Por último, a Ana presenteou-a com um par de patins.
Mal a festa acabou, a Constança pegou nos seus patins e disse:
- Tenho uns patins tão lindos, vou já dar uma voltinha.

Obs: Trabalho realizado em contexto de sala de aula. Editado pelo professor.

sexta-feira, 14 de maio de 2010

O cartaz

Certa vez, a dona Perdiz organizou uma festa para o seu amigo perdigoto.
Pediu ao rapaz, que lhe fez o cartaz do várias cores.
Dona Perdiz colou o cartaz ao lado do chafariz.
O capataz viu o cartaz e disse:
-Se o juiz não for, vai haver muita caça para o meu cabaz.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

O assobio e a tosse - interpretação


1)   Que viu o Cássio?
O Cássio viu o pássaro.

2)   Que fazia o pássaro?
O pássaro comia o pêssego maduro.

3)   Quem amassava a massa do bolo?
Quem amassava a massa do bolo era a Vanessa.

4)   A Vanessa disse ao Cássio para fazer o quê?
A Vanessa disse ao Cássio para assobiar ao pássaro.

5)   Porque é que o Cássio não assobiou?
O Cássio não assobiou porque estava com tosse.

Hoje já não foi a primeira vez que o fizémos mas nunca como até hoje tínhamos realizado uma interpretação directa tão extensiva. O Francisco António foi, e muito bem, o homem de serviço ao blogue. É claro que o professor lhe deu umas pequenas ajudas. Os magalhães nunca mais chegam e os nossos computadores em condições de funcionar são tudo menos muitos e ele já não se recordava como aceder ao blogue, fazer os parágrafos, assinalar certos sinais de pontuação ou as maiúsculas e etecetra etecetra e tal. Mas a verdade é que lá deu conta do serviço, o que, isso sim, é que era importante.

Obs: Trabalho realizado em contexto de sala de aula. Editado pelo professor, sobretudo no que à apresentação gráfica diz respeito.

terça-feira, 9 de março de 2010

Formar frases (palavras com x/X):



1)   faneca / peixe / Anita
A Anita come o peixe que é uma faneca.

2)   xilofone / Xavier / amigo
O amigo do Xavier toca xilofone.

3)   texugo / mato / vive
O texugo vive no mato.

4)   Mauro / caixote / põe
O Mauro põe o rato no caixote do lixo.

5)   lago / sapo / repuxo
O sapo nada no repuxo do lago.

6)   ameixa / loja / António
O António vai à loja e come uma ameixa.

7)   lixívia / roupa / Antonieta
A Antonieta lava a roupa na água com lixívia.

Obs; Trabalho realizado em contexto de sala de aula; editado pelo professor.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Palavras com j


loja

jipe
jogo
judo
jaulaAlinhar ao centro
tijolo
javali
jibóia
janota
jogada
pijama
beijo

Obs: Trabalho realizado em contexto de sala de aula; pouco editado pelo professor.

sábado, 21 de novembro de 2009

Problemas... do arco da velha

Costuma dizer-se, meio a brincar, quando temos um problema muito complicado a resolver que este é do arco da velha.
Neste caso os alunos começaram a ter problemas, verdadeiros problemas, autênticos casos a resolver, ainda que não verdadeiros mistérios policiais ou enigmas quebra-cabeças qual cientista em busca de uma nova descoberta, pelo dia 12 deste mês.
Uma trabalheira!
Terá sido? Que achas, Francisca?
Começamos por analisar algumas situações delicadas, por exemplo, um saco das compras que rebenta - Francisco António, lá na loja do teu pai não há desses, pois não? -, uma criança ainda demasiado baixa para chegar a uma prateleira próxima do céu, uma galinha esfomeada que por muito que se estique não consegue chegar aos grãos de milho no exterior do seu galinheiro, uma criança imprevidente sem guarda-chuva que se molha.
Mas falamos também noutros problemas complicados de todos os dias: uma sopa de que não se gosta mas que somos obrigados a comer,  um chichi que não se pode adiar mas que o professor não autoriza a realizar, um jogo na playstation - consola é uma palavra tão feia! é urgente inventar melhor - que a mãe não deixa jogar porque há que ir para a cama, etecetra e etecetra e coisa e tal.



Ora, depois de tanto serviço, temos vindo a concretizar matematicamente estas coisas. Sim, que a Matemática não é nenhum bicho de sete cabeças e existe par anos ajudar a resolver problemas de todos os dias. Por exemplo, algo tão simples como calcular quantos golos se marcaram num jogo entre o Benfica e o Porto cujo resultado foi 2 a 2.
Mas vejamos agora os últimos que entretanto resolvemos com a ajuda da adição:



Francisca, é preciso aqui dizer que está óptima a sequência do comboio.
Muitos dos teus colegas tiveram dificuldade em fazê-la. Foi um verdadeiro problema para alguns, principalmente a altura das carruagens, as ligações entre as elas bem como encaixar as janelinhas. É verdade que a urgência do fim da aula não ajudou muito mas este foi um trabalho que o professor quis também que fosse 100% individual. Vamos voltar a fazê-lo com a ajuda detalhada do professor e dos alunos que, como tu, conseguiram concretizá-la correctamente.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

O Macaco e o Cágado

Para amigo, amigo e meio.


A amizade, sentimento único, especial, que liga indefinidamente 2 pessoas, vive da reciprocidade.
És meu amigo. Sou teu amigo. Se assim não for não existe amizade.
Querem-me bem, quero-te bem também.
Tratas-me bem, trato-te bem também a ti.

Assim se passa com estes dois animais falsos amigos.
Nesta história popular moçambicana, em quase tudo idêntica à Fábula de La Fontaine "A Raposa e a Cegonha", que também lemos noutro dia, recontada pelo João Pedro Mésseder, tiram-se as dúvidas quanto a isto.
Só quero o bem a quem me quer o bem também é a ideia-chave, a moral, por assim dizer, desta história.
É assim mesmo a vida.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Identificação do i


O Francisco António teve alguma dificuldade com o desenho do i, das primeiras vezes que o fez.
É natural. Não é artista quem quer mas quem muito treina para tal. E às vezes nem assim. Ele só agora se começou a treinar. A ver vamos! Aposta-se que vai melhorar.
Nesse dia que já lá vai, em 24 de Setembro, viu-se e desejou-se para o fazer mas, por outro lado, foi capaz de identificar tudo muito direitinho como, aliás, faz com frequência.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Mais grafismos: galo e tartaruga



Os animais em geral são os seres vivos preferidos de todas as crianças. São por isso utilizados na escola como tema de múltiplos trabalhos.
No dia 17 fizemos estes grafismos: o do galo e o da tartaruga.
Ora bem! Valha a verdade que o da tartaruga só foi feito por alguns alunos mais despachados. Pode ser que um dia destes vá para fazer em casa pelos outros que não queiram deixar de a trabalhar, ou de com ela fazer uma sopa muito afamada.
Sabiam, meninos, que em muitos países do mundo as sopas de tartaruga são consideradas uma verdadeira iguaria ou manjar dos deuses?
Ou será que já ficam satisfeitos com a canja do galo?
Uhmmm… Seja como for, já sinto um cheirinho no ar!

terça-feira, 15 de setembro de 2009

O primeiro grafismo


Os trabalhos de iniciação escolar contemplam quase sempre actividades de propedêutica, isto é, de preparação dos alunos para uma posterior aprendizagem da leitura e da escrita, mas também de alguns conceitos de ordem matemática.


O primeiro que realizámos foi um grafismo de ondas, após relembrarmos as férias passadas à beira-mar por algumas das crianças: Póvoa de Varzim e Vila do Conde, pela proximidade e frequência, assim como Nazaré e Meia Praia, esta última em Lagos, já mais distantes e menos habituais, foram algumas das localidades referidas.
O grafismo representa uma cena vista ou presenciada por algumas delas: barcos no mar e peixinhos.
Aqui ficam alguns trabalhos, neste caso efectuados pela Ana Catarina, pelo Francisco António e pela Joana, respectivamente.