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sábado, 24 de abril de 2010

A fábula dos feijões cinzentos

O 25 de Abril é uma data que ficará para sempre ligada à História de Portugal.
Sendo certo que aos alunos desta idade não faz qualquer sentido explicar noções de História de modo factual é, no entanto, perfeitamente possível dar a conhecer alguns factos históricos de forma simbólica e de modo a favorecer o desenvolvimento do espírito crítico nos mesmos.


Est' "A fábula dos feijões cinzentos", da autoria de José Vaz, com ilustrações de Elsa Navarro e publicada pela editora Campo das Letras, actualmente indisponível no mercado, foi a escolhida para tratar o tema. Contada de forma divertida fez o seu sucesso e permitiu que os alunos reflectissem um pouco sobre formas de estar e viver em sociedade.

25 de Abril Sempre!



25 de Abril - Dia da Liberdade, Sempre!


sexta-feira, 23 de abril de 2010

O lobo feliz


Era uma vez um lobo e os seus pais.
Vivia muito felizes numa caverna, no meio da floresta.
Um dia, apareceu um caçador com os seus cães e com as suas armas.
- Au! Au! Au!... -l adravam os cães.
O pequeno lobo estava cheio de medo. Fugiu, então, para casa, a pedir ajuda:
-Socorro ! Socorro! Ai o caçador!
Estavam lá os pais e a alcateia.
Os lobos atacaram o caçador os cães que, por sua vez, fugiram para muito longe e nunca mais voltaram.


Objectivo: assinalar o Dia do Livro.

Actividade: realizar a 1ª composição colectiva, sob a forma de cadavre-exquis, tal qual muitos escritores já anteriormente o fizeram e, verdade se diga, com frequência se faz no ensino básico.

Reflexão: Os alunos adoraram a possibilidade de, pela 1ª vez, se transformarem e experimentarem ser autores. Viveram a experiência com intensidade e quase todos eles tentaram fornecer ideias e sugestões para a construção da história.

A história foi inventada pelos alunos, na íntegra, desde os personagens à situação. Foi curioso o facto de eles próprios serem capazes de afirmar que a história deveria passar por 3 situações: introdução às personagens e  assunto ou problema, desenvolvimento da acção com um acontecimento desagradável e remate com um final feliz.

Obs: Trabalho colectivo realizado em contexto de sala de aula. Editado pelo professor.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Escovagem dentária

Aqui há uns dias atrás, ainda não passaram assim tantos, só mesmo uns pouquitos, as enfermeiras do nosso Centro de Saúde responsáveis pelo Programa de Saúde Oral estiveram na nossa escola.
E que vieram cá fazer? ninguém as viu, ou melhor, nenhum menino as viu. Mas... é mesmo verdade! Elas estiveram por cá.
Vieram lançar-nos um desafio.
Aliás, já nem era novidade. Só que era à mesma um desafio - pôr a criançada a escovar os dentes todos os dias, durante as aulas.
O nosso agrupamento de escolas Júlio Brandão já há vários anos aderiu a este projecto. Contudo, este ano o projecto não estava a ser aplicado em virtude da Gripe A. Tanto se falou desse bichinho maldoso que o mundo andava de tal maneira assustado que a decisão foi suspender tudo o que pudesse eventualmente facilitar alguma forma de contágio. Alguns poderão pensar que de modo excessivo, mas essa conversa não cabe aqui.
Ainda assim, e porque as enfermeiras andam pelas escolas, juntamente com dentistas-estagiárias a aplicar este projecto conjunto dos Ministérios da Educação e da Saúde, efectuando rastreios dentários, divulgando cuidados a ter com a dentição e formas de prevenir problemas relacionados com a saúde oral, resolveram insitir connosco - a nossa escola - falando em privado com o corpo docente antes de realizarem algumas sessões, o que começará a acontecer já na última semana deste mês de Abril, de modo a sensibilizá-los para esta problemática.
Em questão, sobretudo, está a criação de hábitos regulares de escovagem. Assim, facilita-se a interiorização desta prática. Do mesmo modo que os "trabalhos de casa" ajudam a criar hábitos de estudo.

Por essa razão, e porque a aplicação deste programa já não se encontra suspensa no nosso Agrupamento e estava prevista no nosso Projecto Curricular de Turma, resolvemos passar a aplicá-lo no início das aulas após a interrupção lectiva da Páscoa. Na reunião de pais e encarregados de educação, aquando da entrega das avaliações trimestrais do 2º período, informámos os pais desta decisão. Em geral, a mesma foi bem acolhida. Daí o sucesso que tem sido a sua aplicação.
              
No regresso à sala após o intervalo, os alunos da nossa turma pegam na sua escova e na sua pasta, juntam-lhe um guardanapo de papel e tratam da sua higiene. Fazemo-lo na sala e é um gosto vê-los em acção. Todos gostam de ficar com a boca fresquinha. Além disso, ajuda a quebrar o choque do fim do intervalo, acrescentando um momento de descontracção ao regresso à sala pelo que, numa primeira impressão, parece até estar a ajudar na melhoria do comportamento após o intervalo. Os alunos têm estado bastante mais calmos, em relação aos 2 períodos anteriores. Não se sabe até que ponto esta relação é efectiva mas que tem acontecido, lá isso tem.
            

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Ninguém dá prendas ao Pai Natal




Coitado do Pai Natal!
Tão triste que ele estava...

Este é o mote da história a que hoje assistimos num teatro de fantoches apresentado pela equipa das Bibliotecas do nosso Agrupamento.
Que rico fim de festas natalícias, não foi, meninos?

Esta muito gira história baseia-se num livro da escritora Ana Magalhães, publicado pela editora Casa das Letras, não vão muitos anos e ainda disponível em algumas livrarias. Nela, o Pai Natal anda embrulhado com personagens altamente improváveis como a Cinderela e o João Ratão.

A quem quiser ver uma versão teatral, sob a forma de slide, da mesma história, conforme apresentada num Jardim de Infância Quinta do Casal, algures por esse Portugal, sugere-se que siga a ligação para o blogue Pinguinhos de Saber.

domingo, 18 de outubro de 2009

Dia Mundial da Alimentação

Não me recordo neste momento quem mas alguém afirmou que "somos aquilo que comemos".
Basta olhar para o lado na rua, mesmo sem atenção, no local de trabalho ou nos mídia e facilmente se vê que  se uns têm tudo e mais alguma coisa para comer, muitos mais existem existem que pouco ou nada têm.
Contudo, em ambos os casos a alimentação é deficiente e traz consigo problemas de saúde que urge evitar. Por isso na escola não deixamos passar esta data em claro.
É claro que construímos uma Roda dos Alimentos, onde facilmente os alunos constatam as proporções de uma dieta adequada (variada e equilibrada) mas aproveitamos para ir um pouquinho mais longe e "ler" uns poemas escritos à volta de alguns alimentos: o nabo, o cogumelo e as maçã. Jorge Sousa Braga é o seu autor; Herbário o livro donde foram retirados.