Mostrar mensagens com a etiqueta Francisca. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Francisca. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Sequências (números até 50)

De 2 em 2: 0, 2, 4, 6, 8, 10, 12, 14, 16, 18, 20, 22, 24, 26, 28, 30, 32, 34, 36, 38, 40, 42, 44, 46, 48, 50.

De 2 em 2: 1, 3, 5, 7, 9, 11, 13, 15, 17, 19, 21, 23, 25, 27, 29, 31, 33, 35, 37, 39, 41, 43, 45, 47, 49.


segunda-feira, 7 de junho de 2010

Plurais em ans/ens/ins/ons/uns


o bombom - os bombons
a carruagem - as carruagens
a nuvem - as nuvens
o batom - os batons
o pudim - os pudins

Obs: Trabalho realizado em contexto de sala de aula. Editado pelo professor.

domingo, 23 de maio de 2010

Professor, diz-me porquê


Professor, diz-me porquê?
Porque voa o papagaio que
solto no ar,
que vejo voar
tão alto no vento
que o meu pensamento não
pode alcançar?


Professor diz-me porquê?
Porque roda o meu pião?
Ele não tem nenhuma roda
e roda, gira, rodopia
e cai morto no chão...


Tenho sete anos, professor!
E há tanto mistério à minha roda
que eu queria desvendar!
Porque é que o céu é azul?
Porque é que marulha o mar?
Porquê?
Tanto porquê que eu queria saber!
E tu não me queres responder.


                                       Alice Gomes, com adaptação na idade da criança efectuada pelo professor.

Obs: Trabalho extra-curricular, de iniciativa pessoal. Quase não editado pelo professor.

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Estêvão, o pescador


O pescador Estêvão foi à pesca.
Carregava uma cesta, a servir de estojo, muito arrumada.
Levava moscas como iscos.
Passou o barco carregado de aves, macacos e leões. Era tal a algazarra
que até as moscas assustou.
Uma mosca a voar. Duas moscas a voar. O pescador a olhar, a olhar e nada a pescar.

Obs: Trabalho realizado em contexto de sala de aula. Editado pelo professor apenas no seu aspecto gráfico.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Completa o texto:


pêssego pássaro amassava massa Cássio tosse assobiava

O Cássio viu o pássaro.
A Vanessa amassava a massa do bolo.
O pássaro comia o pêssego maduro.
Se não fosse a tosse o Cássio até assobiava.

No seguimento dos trabalhos com os casos de leitura, o nosso Carochinha apresentava-nos um jogo interpretativo. Os alunos tinham de preencher lacunas com as palavras em falta (acima assinaladas e no manual apresentadas numa nuvem). Os demais colegas da Francisca assim o fizeram, com maior ou menos dificuldade. A maioria com facilidade, diga-se, sobretudo aqueles mais atentos às actividades ou mais cuidadosos na leitura do texto e das premissas em questão. A Francisca, um dos elemntos da turma já mais adiantados no domínio da escrita no blogue, realizou o exercício directamente, com algumas pequenas ajudas do professor. Assim, por exemplo, aprendeu a colorir algumas palavras, de modo a chamá-las mais à atenção dos leitores bem como a inserir imagens. Para a próxima já não deverá precisar de ajuda.

Obs: Trabalho realizado em contexto de sala de aula. Editado pelo professor no que ao aspecto gráfico diz respeito.

domingo, 18 de abril de 2010

O assobio e a tosse


O Cássio viu o pássaro que comia o pêssego maduro.
A Vanessa, que amassava a massa do bolo, disse:
- Assobia ao pássaro, Cássio.
-Não posso! Se não fosse a tosse até assobiava.

Este fim-de-semana o professor tinha marcado para trabalho de casa o estudo deste texto. A Francisca resolveu publicá-lo no blogue, assim adiantando parte do trabalho que iríamos realizar hoje mesmo.

Obs: Trabalho de inicativa individual mas realizado em contexto de sala de aula. Praticamente apenas editado pelo professor no seu aspecto gráfico.

terça-feira, 9 de março de 2010

A Xana foi à lota



A avó levou a Xana à lota.
A avó levava o xaile roxo. 
Na lota havia muito peixe. A Xana viu uma faneca que mexia a cauda.
De súbito, a Xana comeu uma ameixa e deitou o lixo no caixote.

A pesca é, desde tempos imemoriais, uma das actividades de apanha de alimentos a que o homem se dedica. Não nos esqueçamos que a mesma é, no fundo, uma forma de caça como qualquer outra. O seu objectivo é apanhar alimentos - animais, neste caso - para a alimentação. A diferença reside apenas no meio onde se realiza: a água.
Com o passar do tempo, já muito perto dos nossos dias, viria a tornar-se uma das mais importantes actividades económicas. Por isso, o homem criou locais específicos destinados ao comércio do peixe e demais frutos do mar: os mercados e as lotas. Se o mercado se destina à compra directa a realizar pelo consumidor final, a lota é o local por excelência em que o comerciante compra, através de leilão - uma forma de compra em que quem adquire os bens é aquele que mais paga por eles - os produtos que pretende para depois vender ao público, nos mercados, ou a outros comerciantes.
A fotografia que vemos acima, tem, com toda a certeza, dezenas de anos. Nas lotas de hoje os seus frequentadores não têm este aspecto mas, na sua essência, os leilões e as condições em que decorrem - com excepção da higiene, hoje em dia bastante superior - continuam a ser as mesmas.
A foto foi retirada de um blogue com muita História dentro - Memórias do Cabo Carvoeiro -, quase todo ele relacionado com a pesca e com a vida de há tempos atrás que se vivia na costa portuguesa.

Obs: Trabalho realizado em contexto de sala de aula; pouco editado pelo professor.

domingo, 7 de março de 2010

O meu livro... abc (1)


Qualquer dos meninos
quer andar de barco.
Qual deles tem sorte?
Um, dois, três ou quatro?

Obs: Trabalho de iniciativa individual; pouco editado pelo professor.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

A mãe, a Dália, o Simão e a tia

A mãe põe a panela da sopa no fogão.
A Dália afia a faca.
O Simão divide o bolo.
A tia come uma fatia do bolo e bebe leite.


Este era o texto que constava na nossa Ficha de Avaliação formativa deste mês de Fevereiro. Com ele realizámos leitura, um exercício caligráfico (cópia) e um exercício ortográfico (ditado).
Nas cópias, os erros são poucos mas existiram e a "letra" tem sido geralmente bem feita. Já nos ditados, se em geral tivémos excelentes resultados houve também alguns casos que não satisfizeram.
Mas há uma coisa que é certa. Todos deram o seu melhor e estão compenetrados em conseguir melhores resultados quando o Excelente (de 0 a 1 erro ortográfico) não é o resultado atingido.

Obs: Trabalho realizado em sala de aula. Não editado pelo professor no que ao trabalho da aluna se refere.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

É o Filipe e a Fátima

O Filipe afia a faca . Ele come o bife.

A Fátima bebe leite e come uma fatia de bolo. O leite

fumega .

O Filipe falou à Fátima da comida da sua gata Fifi.

-Ela já comeu uma faneca.

sábado, 21 de novembro de 2009

Problemas... do arco da velha

Costuma dizer-se, meio a brincar, quando temos um problema muito complicado a resolver que este é do arco da velha.
Neste caso os alunos começaram a ter problemas, verdadeiros problemas, autênticos casos a resolver, ainda que não verdadeiros mistérios policiais ou enigmas quebra-cabeças qual cientista em busca de uma nova descoberta, pelo dia 12 deste mês.
Uma trabalheira!
Terá sido? Que achas, Francisca?
Começamos por analisar algumas situações delicadas, por exemplo, um saco das compras que rebenta - Francisco António, lá na loja do teu pai não há desses, pois não? -, uma criança ainda demasiado baixa para chegar a uma prateleira próxima do céu, uma galinha esfomeada que por muito que se estique não consegue chegar aos grãos de milho no exterior do seu galinheiro, uma criança imprevidente sem guarda-chuva que se molha.
Mas falamos também noutros problemas complicados de todos os dias: uma sopa de que não se gosta mas que somos obrigados a comer,  um chichi que não se pode adiar mas que o professor não autoriza a realizar, um jogo na playstation - consola é uma palavra tão feia! é urgente inventar melhor - que a mãe não deixa jogar porque há que ir para a cama, etecetra e etecetra e coisa e tal.



Ora, depois de tanto serviço, temos vindo a concretizar matematicamente estas coisas. Sim, que a Matemática não é nenhum bicho de sete cabeças e existe par anos ajudar a resolver problemas de todos os dias. Por exemplo, algo tão simples como calcular quantos golos se marcaram num jogo entre o Benfica e o Porto cujo resultado foi 2 a 2.
Mas vejamos agora os últimos que entretanto resolvemos com a ajuda da adição:



Francisca, é preciso aqui dizer que está óptima a sequência do comboio.
Muitos dos teus colegas tiveram dificuldade em fazê-la. Foi um verdadeiro problema para alguns, principalmente a altura das carruagens, as ligações entre as elas bem como encaixar as janelinhas. É verdade que a urgência do fim da aula não ajudou muito mas este foi um trabalho que o professor quis também que fosse 100% individual. Vamos voltar a fazê-lo com a ajuda detalhada do professor e dos alunos que, como tu, conseguiram concretizá-la correctamente.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

A aprendizagem da leitura e da escrita - 3ª Fase (P - T - L)

Atingimos neste momento um ponto especial da aprendizagem curricular mais importante, o processo de  leitura/escrita.
Depois da propedêutica e da aprendizagem das vogais, estamos agora num período de consolidação. As 3 primeiras consoantes estão ensinadas/aprendidas.
Sim, porque actualmente deixou de fazer sentido falar em descoberta, a este nível.
Há 25 anos atrás muitas das crianças que chegavam à escola nem faziam ideia do nome das letras; ou melhor, quando muito tinham uma vaga ideia das vogais. Havia alguns que fugiam a essa regra, é certo, mas as excepções sempre as confirmaram.
Nos dias que correm não podemos falar nisso. Todas as crianças conhecem as letras e os seus nomes. Ao p, t, l chamam-lhes  pê, tê, lê ou éle. O que não deixa de ser correcto, aparte o lê. Mas falta-lhes ainda o essencial, em quase todos os casos.
Há agora que cimentar a consciência fonológica, a identificação visual dos fonemas (letras), a junção das mesmas em sílabas e a formação de palavras. Mais importante: a leitura de frases. É isso que dá sentido e coerência ao que se lê.
Para isso há que repetir, por vezes quase vezes sem conta, passe o pleonasmo, a decomposição das ditas frases e palavras, há que insistir na leitura, seja ela global e memorizada, mais simples e fácil de apreender, seja ela sintética, mais construtiva por assim dizer. Uma forma e outra complementam-se ainda que, em meu entender, a primeira seja a preferencial e dependendo ainda dos alunos. Não somos todos iguais.




A Francisca é das boas leitoras que temos, neste momento. Criança serena, é persistente e trabalhadeira. Esforça-se, felizmente para ela sem custo, por conseguir perceber tudo o que lê. E consegue. E ainda escreve correctamente.
Parabéns, Francisca!

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Mais grafismos: galo e tartaruga



Os animais em geral são os seres vivos preferidos de todas as crianças. São por isso utilizados na escola como tema de múltiplos trabalhos.
No dia 17 fizemos estes grafismos: o do galo e o da tartaruga.
Ora bem! Valha a verdade que o da tartaruga só foi feito por alguns alunos mais despachados. Pode ser que um dia destes vá para fazer em casa pelos outros que não queiram deixar de a trabalhar, ou de com ela fazer uma sopa muito afamada.
Sabiam, meninos, que em muitos países do mundo as sopas de tartaruga são consideradas uma verdadeira iguaria ou manjar dos deuses?
Ou será que já ficam satisfeitos com a canja do galo?
Uhmmm… Seja como for, já sinto um cheirinho no ar!